Archive for junho, 2010

Histórico de luta de Serra pela democracia foi decisivo para PPS apoiá-lo, ressalta Freire

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Eleições | em: 29-06-2010

Além de ratificar uma decisão que já havia sido tomada um ano antes, quando o PPS decidiu em Congresso Nacional apoiar um candidato do PSDB na corrida ao Palácio do Planalto que, na época, não estava definido, a Convenção Nacional realizada no último fim-de-semana serviu para mostrar ao país que o apoio a José Serra se justifica pela sua luta pela democracia.

O ex-governador de São Paulo foi presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) e integrou o movimento das “Diretas Já”. Combateu a repressão e a tortura durante o regime militar no Brasil. Por causa de suas ações em prol dos direitos humanos foi perseguido e teve de exilar no Chile e nos Estados Unidos.

Outro aspecto que levou o PPS a se unir ao ex-ministro foi o histórico de sucesso na luta e execução de políticas sociais. Serra é o criador dos medicamentos genéricos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

No dia em que anunciou ao país, durante evento em Brasília, que iria partir para o desafio de tentar governar o país, o tucano reiteradas vezes demonstrou seu apreço pela democracia, ideal pelo qual luta há muito. E um trecho do seu discurso chamou a atenção de todos.

“Acredito que a  democracia é o único caminho para que as pessoas em geral, e os trabalhadores, em particular, possam lutar para melhorar de vida”.

Para o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, é este o diferencial que convenceu o partido a formalizar esta aliança.

“É muito fácil de justificar esse apoio do PPS ao Serra. É talvez o líder mais preparado para enfrentar dificuldades que virão pela frente. Ele (Serra) tem uma longa trajetória de aliança conosco, ele na AP (Ação Popular); e nós no velho Partidão. Portanto, nada indica que não seja uma boa aliança”, declara.

Freire admite que a campanha eleitoral não será fácil por causa dos métodos de disputa já usados pelos adversários.

“Precisamos estar unidos para enfrentar esse governo porque não vai ser fácil a eleição, até porque essse governo não tem limites”, diz.

Texto de William Passos (PPS)

Portal R7: PPS não faz gol contra, diz Roberto Freire

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 28-06-2010

Presidente de partido aliado de Serra criticou DEM por colocar aliança em xeque

Em Santos para acompanhar o jogo do Brasil pela Copa do Mundo, o presidente do PPS, Roberto Freire, mandou um recado para os aliados que têm colocado em xeque a aliança em torno da candidatura presidencial de José Serra (PSDB). Sem citar nomes, usou uma metáfora futebolística para criticar o presidente do DEM, Rodrigo Maia.

 - O PPS não faz gol contra.

Ao lado do DEM, o PPS compõe a chapa que vai tentar eleger Serra presidente. Desde sexta, porém, Maia deu a entender que o DEM pode deixar a aliança por conta da indicação do senador Alvaro Dias (PSDB) como vice da chapa, a despeito de um nome demista.

Freire disse que não foi convidado para uma possível reunião que o presidenciável tucano deve fazer hoje com lideranças do DEM, mas defendeu que o PSDB ceda em disputas locais em que candidatos não estão coligados.

- Não dá para imaginar o PSDB sem o DEM no Pará.

Questionado se as rusgas na aliança podem causar a derrota de Serra, Freire minimizou o atrito.

- Ainda tem muito tempo de campanha. A outra campanha [de Dilma Rousseff] também teve problemas e ninguém disse que ia perder.

(Foto JC Brasil)

Texto de Thiago Faria, enviado do R7 a Santosttp://noticias.r7.com/brasil/noticias/pps-nao-faz-gol-contra-diz-roberto-freire-20100628.html

Agenda do Roberto Freire – Segunda-feira, 28 de junho de 2010

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições | em: 28-06-2010

Nesta segunda-feira (28/06), Roberto Freire, candidato a deputado federal pelo PPS/SP, visita, a convite do pré-candidato a deputado Estadual Marcelo Del Bosco, a área Central de Santos, onde também se encontra com o candidato ao Governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em seguida, acompanhado de lideranças políticas, assiste ao jogo Brasil x Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no Santos Futebol Clube.

 Serviços:

Visita à área Central de Santos acompanhado de Marcelo Del Bosco

Data: Segunda-feira, 28 de junho

Horário: 14h 30

Local: Café Carioca

Endereço: Praça Mauá em frente a Prefeitura – Centro

Jogo da Copa Brasil X Chile

Data: Segunda-feira, 28 de junho

Horário: 15 horas

Local: Santos Futebol Clube

Endereço: Rua Princesa Isabel, 77 – Vila Belmiro

Folha de S. Paulo: A arte de enganar – por Ferreira Gullar

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil | em: 28-06-2010

 

Sempre mestre com as palavras, aproveito e indico o texto (abaixo) do amigo Ferreira Gullar, publicado no último domingo (27/06), na Folha de São Paulo.  

 

Vejo Lula como o oposto de tudo o que seu partido prometia trazer à vida política brasileira

ÉTICA NA política é coisa rara, qualquer que seja o partido. É surpreendente, no entanto, que o partido que nasceu empunhando a ética como bandeira tenha se tornado a expressão da antiética. Certamente, haverá, no próprio PT, exemplos louváveis de políticos que não se deixam seduzir, seja pela esperteza, seja corrupção, mas não são estes que dão as ordens na equipe do presidente Lula.

Não quero cometer injustiças mas, se não é mera impressão minha, vejo o presidente Lula como o oposto de tudo o que seu partido prometia trazer à vida política brasileira. Posso estar enganado, mas, se bem o percebo, ele, com a sua esperteza sindicalista, induz os que atuam sob seu comando a pôr de lado todo e qualquer escrúpulo: manipulam informações, falseiam a verdade dos fatos, forjam dossiês com falsas acusações, acusam vítimas de os estarem caluniando. Esses são alguns dos procedimentos comuns ao governo do atual presidente.

Os exemplos não faltam. Todos sabem que um dos objetivos de Lula, no plano internacional, é conseguir, para o Brasil, um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. Em face de sua desastrada aliança com Ahmadnejad, de que resultou o isolamento do país, uma repórter perguntou ao ministro Celso Amorim se esse isolamento não inviabilizaria aquela pretensão do governo brasileiro.

A resposta dele não foi própria à de um ministro de Estado, que tem a obrigação de prestar contas à opinião pública. Disse ele: “É engraçado, os que consideravam tolice do governo pretender um lugar no Conselho de Segurança, agora lamentam a possibilidade de o perdermos”. Ora, não importa o que certas pessoas pensavam da pretensão do governo; importa, sim, que o governo pretendia alcançar aquele objetivo e o inviabilizou por se ter aliado a uma ditadura belicista. Admiti-lo seria aceitar que errara e Lula, claro, não erra…

Mas assim é esse governo, só assume como coisa sua o que lhe dê prestígio, ainda que sua não seja, como no caso da defesa do meio ambiente. Alguém já viu, no plano internacional, uma comédia semelhante à representada por Lula e Dilma durante a reunião do clima em Copenhague?

O país todo sabe que Marina Silva deixou o Ministério do Meio Ambiente porque Dilma, então ministra da Casa Civil, seguindo as ordens de Lula, impunha a aprovação, a toque de caixa, dos projetos do PAC, ainda que atentassem contra a preservação do meio ambiente. No entanto, em Copenhague, ambos, apareceram como defensores da preservação ambiental. O tema é tão distante das preocupações de Dilma que ela, num ato falho, soltou uma frase reveladora do que realmente pensa da ecologia.

Nesse terreno da farsa descarada, um dos últimos episódios foi o do novo dossiê que o PT preparava para caluniar o candidato José Serra, mais um dentre outros, como aquele que foi escandalosamente flagrado num quarto de hotel, em São Paulo, quando a polícia apreendeu, em mãos de uma quadrilha petista, uma montanha de dinheiro. Em face de tão incontestável flagrante, Lula imediatamente chamou os responsáveis pela falcatrua de “aloprados”, ou seja, tendo de admitir que era gente sua, tratou de desqualificá-los, como se agissem por conta própria. Como sempre, ele e seu partido nunca sabem de nada, desde que vire escândalo.

Surgiu, recentemente, outro dossiê e, de novo, contra Serra. Um dos convidados a armar a falcatrua abriu a boca e a denunciou, voltando a confirmar a denúncia numa CPI da Câmara de Deputados. A reação de Lula e seu partido não podia ser outra: afirmam que o dossiê foi inventado para acusar o PT e, assim, mais uma vez, o vilão se torna vítima e a vítima, vilão.
Um exemplo, para concluir. A equipe econômica do governo afirmara que, se aprovado pelo Congresso, o aumento de 7,7% para os aposentados comprometeria o equilíbrio orçamentário do país.

Mas Lula, que só pensa na eleição de Dilma, contrariando a opinião de seus ministros, sancionou o aumento e alegou: “Não é isso que vai levar o país à bancarrota”. Só que ninguém afirmara tal coisa.
Como sempre, ele responde a uma afirmação que ninguém fez, para escamotear a verdade. A verdade é que esse aumento eleitoreiro agrava o déficit da Previdência, que já chega a R$ 50 bilhões.

http://oleoclipping.blogspot.com/2010/06/folha-2606-ferreira-gullar-arte-de.html

Em Convenção, PPS oficializa apoio a Serra e aprova nome de Álvaro Dias para vice

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 27-06-2010

(Foto: Tuca Pinheiro)

Em Convenção Nacional realizada na noite deste sábado, no Rio, o Partido Popular Socialista (PPS) formalizou o seu apoio a candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República. O nome de Álvaro Dias, indicado para ser o vice do candidato tucano, também recebeu o apoio do partido no evento que contou com a participação de mais de 500 pessoas e foi realizado no Hotel Guanabara.

Na abertura do encontro, o presidente nacional da legenda lembrou que a Convenção era fruto de uma “construção coletiva” por não representar, segundo Freire, escolha de apenas algumas pessoas. Referia-se à decisão tomada em agosto de 2009, durante Congresso Nacional, onde a legenda aprovou o apoio ao candidato do PSDB que, até então, não estava definido. Serra e o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, eram os dois nomes que postulavam a indicação para a corrida ao Planalto.

Freire também lembrou que foi neste mesmo hotel (Guanabara) onde o partido em 2004 decidiu romper a aliança com o governo do presidente Lula por discordar dos rumos que o PT tomou depois de chegar ao poder. E que, a partir daquele instante, “começava a formação da aliança com os tucanos”.

Roberto voltou a criticar o governo, principalmente a política econômica. “Não mudou nada (da política), os resultados são pífios, cresceu pouco o país e vamos sofrer as consequências no futuro”, disse.

Vice de Serra
No meio da Convenção, Freire foi interrompido por um telefonema. Era o próprio Serra se desculpando por não ter comparecido ao local por um problema ocorrido na agenda. O presidente nacional do PPS transmitiu aos presentes um recado em que o ex-governador pedia para repassar o abraço dele a todos. Também informou que “está firme na campanha”. Freire emendou: “É importante dizer aqui que Serra não é homem que morre com a zoada (barulho) do tiro. Ele não vai aceitar imposição. O candidato a vice é Álvaro Dias”.

E entrevista a jornalistas horas antes, Freire já havia reiterado que do PPS o nome do vice recebeu toda a aprovação e elogiou a escolha. “Existe um consenso em torno do Álvaro Dias. Nós que fizermos esta aliança e que vamos enfrentar um governo que não tem limites temos que estar muito unidos. É um nome (o de Álvaro) que pode significar um boa composição com Serra e vamos para a luta”, afirmou.

Gabeira

O candidato apoiado pela aliança PV/PPS/PSDB e DEM ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, também participou da convenção do PPS. Ressaltou a longa trajetória de luta em que participou ao lado de pessoas do PPS e disse que é preciso resgatar no país a política séria.

Gabeira também criticou o governo do PT.

“Regredimos politicamente. Políticos hoje são mal vistos porque estão interessados em problemas pessoais. Perdemos o contato com os valores”, disse. Em seu discurso, Gabeira também pediu para as pessoas que fizessem um minuto de silêncio para as vítimas das chuvas ocorridas no Nordeste.

Por William Passos (PPS)

Uma tragédia anunciada

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil | em: 25-06-2010

É imoral a situação que leva nossos irmãos brasileiros do Nordeste – como já ocorreu também com os do Sul – ao desespero de perder família, casa, enfim, tudo o que tinham. 

Esse tudo na maioria das vezes era muito pouco, porque a tragédia das enchentes, como a da seca, golpeia aqueles que menos têm, a quem sobra os espaços mais insalubres e perigosos nas periferias das cidades.

O caráter perverso do drama que estão enfrentando alagoanos e pernambucanos é que dinheiro não deveria faltar para evitar que desastres como o que enfrentam com a chegada das chuvas ocorressem.

Nem para acudi-los com presteza e garantindo-lhes dignidade e agilidade no socorro. No entanto, lá estão eles em meio a escombros de cidades devastadas.

Os últimos números dão conta de que 600 pessoas estão desaparecidas, 44 já morreram!

Mas, em vez de aumentar, os recursos destinados “Prevenção e Preparação para Desastres” minguam expressivamente todos os anos. Um levantamento da Secretaria de Defesa Civil do governo federal mostra que, neste ano, apenas R$ 99 milhões dessa rubrica, segundo dados do Siaf, figuravam no Orçamento.

Pior é que até o dia de hoje nenhum centavo havia sido gasto, apesar de todos os desastres que o país teve de enfrentar. Municípios de Santa Catarina ainda esperam recursos da tragédia do ano passado.

Em 2008, esse orçamento foi de R$ 722 milhões aprovados pelo Congresso. Absurdamente, apenas R$ 54 milhões foram usados. O restante engordou o caixa do superávit primário.

No ano de 2009, o diapasão continuou o mesmo. Dos R$ 369 milhões previstos para situações de “desastres, flagelos e inundações”, menos de 6% foram utilizados!

Esse é o país das iniquidades. Mas na televisão existe outro, muito diferente… Aquele com o qual o governo não tem medida para gastar.

O Brasil perfeito, que sai das agências de propaganda para consumo de eleitores. Neste ano eleitoral, os gastos com propaganda subiram 63%.

Só nos primeiros quatro meses de 2010, o governo gastou nada menos que R$ 240 milhões! A previsão orçamentária é de uma despesa de R$ 700 milhões para o ano todo.

Aqueles comerciais de casinhas coloridas que sequer saíram do papel, de estradas e outros equipamentos de infraestrutura perfeitos que só existem no computador e que todos os dias estão na TV, no rádio, jornais e revistas é nossa colaboração, como contribuintes, para a campanha eleitoral da candidata do governo. Involuntária, obviamente, mas compulsória.

Enquanto esse Brasil desfila na mídia, o Brasil de verdade está à espera do governo nas enchentes, nos barrancos desabados, nos escombros de sua própria vida.

Razão tinha Celso Furtado, que defendia com tanto afinco uma política de desenvolvimento para o Nordeste. Se o país tivesse apostado nessa proposta, não estariam os nordestinos zanzando sem casa, comida, remédios…

Mais uma vez dependendo da caridade e daqueles políticos que apenas se utilizam do voto deles, como que comprados com os serviços que o Estado lhes deve.

O coronel apenas mudou. Passou a ser o Estado. A perversidade continua a mesma.

Leia o texto também na versão online do Brasil Econômico http://www.brasileconomico.com.br/noticias/uma-tragedia-anunciada_85631.html

Tragédias no NE: negligência imperdoável

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Infra-estrutura | em: 23-06-2010

A desesperadora situação que os municípios atingidos pelas chuvas em Alagoas e Pernambuco estão vivendo tem um responsável: o governo, que, mesmo tendo o dinheiro previsto na rubrica “Prevenção e Preparação para desastres” não o utilizou em prol das populações de Santa Catarina ou do Nordeste.

Depois das tragédias ocorridas no país, não houve solidariedade expressiva do governo nem do presidente Lula. O Brasil foi mais solidário e acudiu, com repasses financeiros, mais apressadamente o Haiti e o Chile do que o nosso Nordeste, cuja população – a maia pobre, principalmente – está amargando tanto sofrimento.

Nada tenho contra a ajuda aos irmãos chilenos e haitianos. Mas a sofrida população do Nordeste não merecia o mesmo tratamento? Para os brasileiros, a ajuda é sempre insuficiente.

Existem municípios em Santa Catarina que até hoje não receberam recursos da compensação pelas enchentes do ano passado. Não tivemos terremotos, mas as imagens da tragédia das chuvas no Nordeste mostram cidades inteiras que viraram escombros.

Tanta gente vaga desesperada em busca de seus parentes… Seiscentas pessoas estão desaparecidas, 44 já morreram até hoje (23/06)! Centenas, milhares de pessoas perderam tudo.

Quantas vezes mais vamos ver essas tragédias se repetindo, sabendo que o dinheiro para preveni-las e socorrer as vítimas desviado, contingenciado, guardado para o superávit primário?

O dinheiro destinado à “Prevenção e Preparação para Desastres” diminui expressivamente todos os anos. Um levantamento na Secretaria de Defesa Civil do governo federal mostra que, neste ano, apenas R$ 99 milhões dessa rubrica, segundo dados do Siaf figuravam no Orçamento. Até o dia de hoje nenhum centavo havia sido gasto, conforme atestam dados do Siaf,

Em 2008, o Planalto submeteu ao Congresso Nacional um orçamento que previa gastos de R$ 722 milhões para intervenção, prevenção e preparação para desastres, flagelos, inundações, deslizamento de morros, queda de casas, etc. Apenas R$ 54 milhões desse total foram usados! O restante engordou o caixa do superávit primário.

Em 2009, estavam previstos repasses de R$ 369 milhões para situações de “desastres, flagelos, inundações”. Observem que a previsão de recursos despencou quase pela metade. Mas o pior é que menos de 6% (seis por cento) foram gastos!

Nunca ocorreram tantas catástrofes no país como nos últimos anos. Mesmo assim, o dinheiro diminui vertiginosamente, em vez de aumentar. É sabido que o governo vem trabalhando com “restos a pagar”, postergando a execução do Orçamento da União aprovado pelo Congresso.

Já ouvimos autoridades do governo federal insistir em que não há projeto dos municípios para usar o dinheiro de prevenção das tragédias. Não é verdade. Projetos existem, sim. O problema é que o governo não repassou recursos para a execução. Muito menos enviou o montante dos recursos que os municípios atingidos por tragédias solicitaram para atender às populações castigadas pelas tragédias.

As imagens do drama dos nordestinos falam por si e, certamente, tocam cada brasileiro que se imagina naquela situação desesperadora. As autoridades deste país precisam, mais do que enxergá-las, acordar para o fato de que é preciso investir para evitar que tanta gente morra, sofra, perca a família, a casa, os documentos e se veja abandonada em cenários de tamanha desolação.

Estadão: Palanques no Ceará e DF são “gratas surpresas’ para Serra, diz Roberto Freire

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 23-06-2010

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire (PE), afirmou que o lançamento de candidaturas ao governo nos Estados do Ceará e do Distrito Federal que funcionarão como palanques de apoio ao presidenciável José Serra (PSDB) são “gratas surpresas desta campanha”. “Até há algumas semanas talvez nem tivéssemos candidatos lá”, afirmou Freire.

No Ceará, o candidato tucano será Marcos Cals, ex-aliado do atual governador Cid Gomes (PSB). No Distrito Federal, a cúpula do PSDB decidiu lançar Maria de Lourdes Abadia (PSDB), que já foi vice-governadora no mandato de Joaquim Roriz, hoje no PSC. Abadia ainda apresenta resistências, mas o comando do partido dá como certa sua indicação.

“Temos ótimos nomes para disputar o Distrito Federal, ou Abadia ou Maurício Corrêa (ex-presidente do Supremo), do PSDB, ou o professor universitário Caetano Araújo, do PPS. Vamos ter palanque de qualquer jeito, do PSDB ou do PPS. Roriz nunca foi nosso palanque”, afirmou Freire.

Segundo Freire, todos os partidos estão tentando solucionar problemas de última hora nos palanques regionais. “Todo o Brasil terá até o dia 30 para resolver os problemas. Estamos resolvendo, sem muita ansiedade. Há processos que só se afunilam nos últimos dias”, afirmou Freire, acrescentando que isso não é nenhuma novidade em disputas eleitorais.

Texto de Malu Delgado – Radar Político/ Estadão -  http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2010/06/23/palanques-no-ceara-e-df-sao-gratas-surpresas-para-serra-diz-freire/

UOL: Discussão sobre vice de Serra é “oportunista” e não é fundamental na campanha, diz Freire

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Eleições, política | em: 22-06-2010

O presidente do PPS, Roberto Freire, afirmou nessa segunda-feira (21) que a discussão sobre quem será o vice do presidenciável José Serra (PSDB) é “oportunista” e que o assunto não pode ser considerado “fundamental” para a campanha do ex-governador de São Paulo à Presidência da República.

“O Michel Temer [deputado federal e vice na chapa de Dilma Rousseff (PT)] foi fundamental não para a vice, mas pelo tempo de TV que o PMDB trazia [para o PT]. Então é algo meio oportunista”, disse, após a sabatina com o candidato tucano promovida pelo portal UOL e pela Folha de S. Paulo.

Questionado sobre quem seria o nome ideal para integrar a chapa, o presidente do PPS disse que a definição não teve sugestões da sigla. “Tem alguns do PPS que falam em Itamar [Franco, ex-presidente da República], outros falam em Freire, até pensando no PPS, mas é evidente que eu não acredito que nenhum dos dois ache que isso vai ficar”, afirmou. “Talvez fique bem numa chamada puro-sangue”.

O ex-senador disse esperar uma participação “muito mais eficaz ” da sua sigla num eventual governo Serra do que quando da parceria com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado dos tucanos na disputa pela Presidência da República, o PPS chegou a participar da base de sustentação da administração petista, mas migrou para a oposição antes do final do primeiro mandato de Lula.

“De uma coisa eu tenho certeza: vai ser uma participação muito mais eficaz e importante do que a experiência que nós tivemos com Lula, que foi péssima. Com Lula nós não tivemos nenhuma participação, houve um tentativa até de divisão do nosso partido”, criticou. “[Lula] Não ouviu nossas críticas, não quis saber da nossa participação e esse foi um dos motivos pelos quais nós rompemos com o governo”, afirmou Freire.

* Texto de Diego Salmen – Do UOL Eleições – http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/22/discussao-sobre-vice-de-serra-e-oportunista-e-nao-e-fundamental-na-campanha-diz-freire.jhtm

ÚLTIMO SEGUNDO/ IG: ‘Aliados em peso’

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições | em: 22-06-2010

Na matéria do portal IG, intitulada “Adoraria ser herdeiro dos votos da Marina, diz Serra”, que trata sobre a participação de José Serra na sabatina promovida pelo jornal Folha de São Paulo e o portal UOL no teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, na capital paulista, a repórter Nara Alves destaca os “Aliados em peso”. Veja:

Aliados em peso

Sentados na primeira fila do auditório, os principais companheiros de chapa do presidenciável acompanharam a entrevista. Estão presentes o candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, seu vice, Guilherme Afif Domingos (DEM), o prefeito Gilberto Kassab (DEM), os candidatos ao Senado Orestes Quércia (PMDB) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), o presidente do PPS, Roberto Freire, o secretário do Meio Ambiente de São Paulo e um dos coordenadores da campanha de Serra, Xico Graziano, o deputado e coordenador da campanha de Alckmin, Sidney Beraldo (PSDB), além dos vereadores tucanos Floriano Pesaro e Mara Gabrilli. O rabino Henry Sobel também marcou presença na sabatina. 

Veja o texto da íntegra: http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/chapa+completa+acompanha+sabatina+com+jose+serra/n1237673419446.html

* Assessoria