Archive for julho, 2010

Roberto Freire prestigia lançamento do comitê e do portal de Geraldo Alckmin

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Eleições, política, sao paulo | em: 20-07-2010

Presidente nacional do PPS e candidato a deputado federal por São Paulo, Roberto Freire prestigiou nesta terça-feira (20/7) o lançamento oficial do comitê e do site de Geraldo Alckmin, candidato do PSDB ao governo do Estado.

“É uma honra participar deste importante evento. A presença de tantos companheiros e de tantos eleitores demonstra a força e a credibilidade da nossa chapa”, afirma Freire. “E o portal será uma ferramenta essencial até porque a internet, mais do que nunca, será de grande importância neste processo eleitoral”, completa o candidato.

Depois do evento, Freire visitou a sede do jornal “Gazeta de Pinheiros”, onde concedeu entrevista aos diretores Wilson e Ana Lúcia Donnini e ao repórter Diego Gouveia.

Roberto Freire em visita ao jornal 'Gazeta de Pinheiros'

Agenda do Roberto Freire – 20 de julho de 2010

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil | em: 20-07-2010

Nesta terça-feira (20/7), o candidato a deputado Federal por São Paulo Roberto Freire, participa, no Edifício Praça da Bandeira, a partir das 12h, da inauguração do comitê político a coligação Unidos por São Paulo (PSDB, DEM, PMDB, PPS, PSC, PMN, PHS) e comitê central do candidato ao governo de São Paulo Geraldo Alckmin e lança o portal geraldo45.org.br.

Serviço:

Inauguração do Comitê da Coligação Unidos por São Paulo

Data: 20 de julho

Horário: 12 horas

Local: Edifício Praça da Bandeira

Endereço: Rua Santo Antonio, 184

Freire diz que PT e Lula querem intimidar e amordaçar MP

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 20-07-2010

O presidente nacional do PPS classificou de “intimidação ao Ministério Público” o anúncio do PT de que irá representar judicialmente contra a vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau. “Essa é uma atitude própria de quem não respeita a democracia e pensa amanhã levar o país a uma ditadura; é inconcebível que o PT ameace processar a procuradora pelo fato de ela estar exercendo o trabalho que cabe a ela realizar”.

Freire comparou a medida que o presidente do PT, José Eduardo Dutra, declarou que pretende tomar à posição “de determinados parlamentares, como Paulo Maluf, que queriam amordaçar o Ministério Público”. Freire afirmou que a independência do MP é uma conquista da Assembléia Nacional Constituinte e que o país não pode retroceder em questões tão fundamentais para a democracia, como é o caso dessa, na opinião dele.

Abusos

O que incomoda o PT é o fato de a procuradora agir nos casos de abuso de poder político do presidente Lula em favor da candidata oficial, Dilma Roussef. Indignado, Freire diz que “eles (petistas) não aceitam a lei; acham que podem fazer o que bem entendem porque a lei são eles”. Roberto Freire disse que considera absurdos os termos com os quais o presidente Lula se referiu à procuradora Cureau. Lula ironizou e ridicularizou o trabalho dela durante comício no Rio de Janeiro. “A procuradora está cumprindo sua obrigação; não pode ser intimidada dessa forma pelo presidente. Onde é que nós estamos?”.

O PT considera que Cureau age com excessivo rigor ao pedir a investigação do presidente. Mas Freire insiste que “o presidente não está acima do bem e do mal; ele deve ser o primeiro a obedecer a lei e a Constituição; e não fazer o contrário disso, ou seja pisar na legislação do país para eleger sua candidata, perseguir seus propósitos”. O Brasil não pode “se apequenar como uma republiqueta, nem admitir um MP subserviente aos propósitos de quem querem que seja”, advertiu Freire, pois vem construindo sua democracia há mais de 25 anos com dignidade de uma grande nação.

A vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau propôs ações também contra o candidato José Serra pelo que ela considerou uso indevido das inserções na TV. Mas somente o PT e o presidente Lula se insurgiram contra o trabalho comandado por ela.

Por Valéria de Oliveira (PPS)

Roberto Freire visita o litoral sul paulista

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Eleições, política, sao paulo | em: 19-07-2010

No último sábado (17/7), Roberto Freire, candidato a deputado federal por São Paulo, esteve em Peruíbe, no litoral sul paulista, em um café da manhã organizado por Juliteta Omuro, ex-prefeita de Peruíbe, e Alberto Carlos de Souza, integrantes do novo grupo de fortalecimento do PPS na região. O evento marcou a filiação de 30 novos membros ao PPS. 

“A chegada desses novos filiados é de fundamental importância para o resgate do partido na região e a manutenção do lema ‘Partido Decente’”, disse Freire, presidente nacional do PPS. 

Após o evento, a convite dos ex-prefeitos Mário Omuro e Julieta Omuro, o candidato caminhou pela Feira do Produtor, importante polo de desenvolvimento local e geração de renda. A caminhada se estendeu até o centro do município, onde Freire conversou com moradores e apoiadores de sua candidatura. 

Na sequência, Freire participou de uma feijoada com cerca de 400 pessoas, entre lideranças, militantes e autoridades regionais. Estiveram presentes Mário e Julieta Omuro, Benedito Sodré, também ex-prefeito de Peruíbe, os prefeitos de Itariri, Dinamerico Peroni (PSDB), e de Pedro de Toledo, Sérgio Myashiro (PSB), o presidente da Câmara Municipal de Peruíbe, Toninho do Frango (PR), e Sérgio Maranhão, assessor especial do governador Alberto Goldman.

freire visita litoral paulista

Roberto Freire, Julieta Omuro e Sérgio Maranhão

“É um prazer imenso receber um dos azes da política nacional em nossa cidade. Roberto Freire é um exemplo de ética na política brasileira. E a sua eleição por São Paulo é essencial para elevar a representação do Estado no Congresso Nacional”, afirmou Julieta Omuro, uma das novas filiadas ao PPS. 

No fim da tarde, o parlamentar seguiu para Itanhaém, onde se reuniu com cerca de 20 lideranças locais. Foram discutidas questões como o progresso da região metropolitana da Baixada Santista e o novo paradigma da política nacional. “É necessário pensar em um projeto de desenvolvimento para o Brasil que fundamentalmente passe pelas discussões de uma nova esquerda democrática”, ressaltou Freire, que ainda apresentou seus projetos como deputado federal por São Paulo. 

O candidato encerrou o dia em um encontro com líderes locais na pizzaria Di Napoli, no bairro Agenor de Campos, um dos mais populosos da estância balneária de Itanhaém.

Por Adriana Alves

Agenda do Roberto Freire – 19 de julho de 2010

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política, sao paulo | em: 19-07-2010

Nesta segunda-feira (19/7), o candidato a deputado Federal por São Paulo  Roberto Freire participa, com o candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, do encontro “Unidos por São Paulo e pelo Brasil”, da coligação PSDB – DEM – PMDB – PPS – PSC – PHS – PMN, no salão Azul do Clube Espéria, em Santana, Zona Norte da Capital.

Serviço:

Data: segunda-feira, 19 de julho

Horário: 20 horas

Local: Clube Espéria (salão Azul)

Endereço: - Av Santos Dumont, 1313 – SANTANA – CAPITAL-SP

Um papel clássico

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil | em: 17-07-2010

 

A fortíssima apreciação cambial de nossa moeda tem gerado um debate intenso sobre os caminhos e descaminhos de nossa industrialização. Além da forte apreciação do real, outra questão importante é a qualidade das exportações brasileiras.

De fato, tendo em vista o mesmo período do ano, primeiro semestre, e comparativamente ao ano 2000, nossas exportações de commodities saltaram de 22% para incríveis 43,4% – basicamente minério de ferro e soja.

Processo alavancado pelo pesado fluxo de exportações para a China, responsável por cerca de um quarto do volume total.

Nossas atuais relações não apenas com a China, mas com o resto do mundo, produto a produto, tendem a manter o mesmo padrão constante dos últimos 500 anos: trocamos matéria prima básica por produtos de maior valor agregado.

No caso das commodities elas acabam nos beneficiando pela apreciação do real, já que nem mesmo sua forte valorização foi capaz de interromper o fluxo.

O Brasil dispõe daquilo que o mundo precisa para poder crescer. O problema é que estamos nos tornando beneficiários em segunda instância do processo, repetindo um papel clássico de nosso passado, a antiga concepção de centro/periferia.

O Brasil perdeu o posto de 9º maior parque industrial do mundo. Dados da Organização das Nações Unidas apontam que a Índia superou o Brasil em 2009 e o país caiu para a décima posição.

No topo do ranking, a China supera o Japão para se tornar o segundo maior produtor de bens manufaturados.

Bom esclarecer que, se chegamos até aqui, repetindo nossa indesejada história passada, é porque estamos por conta de um modelo de desenvolvimento que se mostra totalmente insuficiente para enfrentar os dilemas do mundo de hoje.

Se nosso câmbio está tão apreciado é graças ao intenso fluxo de capitais. Fluxo do qual precisamos para financiar nosso crescimento, já que não existe preocupação em formar uma real mentalidade de poupança pública, mas apenas do gasto e seu uso como poder.

Muito menos em estimular as famílias para este caminho. Ao contrário, se escolheu o crescimento do mercado interno pelo atalho da expansão de crédito, e não da renda gerada pelo trabalho qualificado. Apenas as empresas poupam, mas não é suficiente.

Sem poupança interna não há investimento, que para acontecer passa a necessitar do investimento externo.

Nossos produtos industriais também precisam estar mais competitivos. Mas como ser competitivos com todo o custo-Brasil?

Como ser competitivos sem uma forte política de investimentos em inovações? Principalmente, como ser competitivos financiados com base na absurda taxa de juros que se paga em nosso país?

Precisamos urgentemente de outro modelo de desenvolvimento antes que a espada caia de fato sobre nossas cabeças e recuemos ao século XIX. As próximas eleições são a oportunidade de mudar e transformar efetivamente nossa realidade.

Leia o texto também na versão online do Brasil Econômico http://www.brasileconomico.com.br/noticias/um-papel-classico_87016.html

PPS divulga tabela comparativa para mostrar que Serra criou o FAT

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, política | em: 16-07-2010

O Portal do PPS divulga, neste fim de semana, uma tabela (confira abaixo)  com todos os artigos, incisos e parágrafos da lei que criou o seguro-desemprego e o FAT. Nela, estão discriminadas as propostas dos então deputados Jorge Uequed, José Serra e o substitutivo do relator Osmar Leitão. Assim, é possível, como vem insistindo o presidente do partido, Roberto Freire, discernir a participação fundamental do presidenciável tucano nas duas matérias.

Tabela FAT – Seguro desemprego

“É preciso que as pessoas entendam que o termo ‘prejudicado’ (que aparece na página da Câmara junto ao projeto de Serra) é usado rotineiramente no parlamento quando um substitutivo é elaborado e votado. No Congresso, o trabalho é sempre coletivo, nunca de uma pessoa só”, explica Freire, que carrega a experiência de cinco mandatos de deputado federal e um de senador.

Freire diz que “prejudicado não quer dizer jogado fora, mas sim que contribuições (do projeto de Serra) foram acrescentadas à proposta original em um substitutivo, que tem esse nome porque substitui aquela”. Na tabela disponiblizada pelo PPS é possível perceber, observando-se os trechos negritados, que o substitutivo do relator reproduz diversos trechos da proposta de Serra.

Roberto Freire disse que ficou indignado com a “desonestidade” com que três centrais sindicais atacaram José Serra por causa de uma inserção levada ao ar no rádio e na TV, na qual o candidato afirma que tirou o seguro-desemprego do papel e criou o FAT. “Observando a tabela, fica claro que essa declaração é verdadeira, pois foi o projeto de Serra que viabilizou o seguro-desemprego destinando-lhe recursos, por meio da criação do FAT, para que ele pudesse existir”, ressalta.

Estadão: ‘A cara do patrimonialismo lulista’

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 13-07-2010

Vale a dica de um bom artigo de Ricardo Vélez Rodríguez, para O Estado de São Paulo,  para se conhecer melhor o governo federal que temos.

Mal começou a campanha eleitoral e os petistas mostram a que vieram. Isto é, vieram para culminar a obra de desmonte das instituições democráticas, mediante a definitiva consolidação do Estado patrimonial, submetido ao peleguismo lulista. Demétrio Magnoli identificou muito bem essa realidade (A escolha de Serra, 8/7, A2): “O lulismo não é a política macroeconômica do governo, tomada de empréstimo de FHC, mas uma concepção sobre o Estado. A sua vinheta de propaganda, divulgada com dinheiro público pelo marketing oficial, diz que o Brasil é um país de todos. Eis a mentira a ser exposta. O Estado lulista é um conglomerado de interesses privados. Nele se acomodam a elite patrimonialista tradicional, a nova elite política petista, grandes empresas associadas aos fundos de pensão, centrais sindicais chapa-branca e movimentos sociais financiados pelo governo”.

Lula e seguidores são caras de pau ao pretenderem vender aos eleitores uma continuidade patrimonialista com o falso nome de “democracia para todos”. A candidata Dilma Rousseff não teve a menor vergonha em afirmar que o programa de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral em 5 de julho não era para valer, tendo-o substituído por novo texto (e em 7/7 anunciou que sua campanha entregaria uma terceira e definitiva versão à Justiça Eleitoral contendo as sugestões de consenso dos partidos que compõem a coligação de sua candidatura, conforme publicado pelo Estado). Isso é fazer de todos nós, eleitores, um bando de ingênuos. Será que vamos engolir mais essa? Lula já tinha feito coisa semelhante quando revogou o programa do partido em 2002, a famosa Carta do Recife, substituindo-o, a toque de caixa, pela memorável Carta ao Povo Brasileiro, com base na qual desenvolveu a sua campanha. O problema é que Lula, Dilma e demais confrades não acreditam nas instituições democráticas. Guardaram dos seus anos de militância o menosprezo pelas denominadas “instituições burguesas”, que, como ensinavam Marx e Lenin, deveriam simplesmente ser destruídas para erguer sobre as suas ruínas uma ditadura personalista.

Lula acrescentou, sobre essa herança perversa do marxismo-leninismo inserida na ideologia petista, o componente populista. Para essa forma de fazer política o que importa é estabelecer uma espécie de “convívio emocional” entre o líder e o povão que ele diz representar, prescindindo das instituições. Como afirma um dos mais importantes estudiosos contemporâneos do fenômeno, o sociólogo francês Pierre-André Taguieff, na sua obra A Ilusão Populista (Paris, 2007), o líder populista é um demagogo cínico que apregoa a salvação do povinho destruindo as instituições democráticas. Isto é, nem mais nem menos, o que Lula tem feito: desmoralizar as instituições de direito, a começar pela representação política, pela Justiça, pela imprensa livre, pelos Tribunais de Contas e pela vida político-partidária, para, sobre as cinzas da anomia, erguer a sua figura de salvador da Pátria. O atual presidente não duvida um instante em comprometer a credibilidade da nossa diplomacia, tirando dela qualquer seriedade ao acomodá-la aos seus interesses populistas. Acaba de fazer isso na visita ao ditador e genocida Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, da Guiné Equatorial, alcunhando essa vulgar iniciativa de “pragmatismo”.

O “nosso guia” já tinha tomado atitude semelhante, em múltiplas oportunidades, ao longo dos seus quase oito anos de mandato, em face de outros autocratas, como o presidente do Sudão, ou saindo na defesa ardorosa dos populistas latino-americanos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Corrêa, Daniel Ortega, para não falar da sua amizade incondicional com os irmãos Castro, que presidem a mais antiga satrapia ibero-americana. E por falar em sátrapas, Lula desmoralizou ainda mais a nossa política externa ao se alinhar, desavergonhadamente, com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, cuja legitimidade, nas eleições que o guindaram de novo ao poder, é questionada no próprio Irã e pela comunidade internacional. Tudo com a finalidade clara de deixar uma porta aberta para uma desvairada corrida atômica, banida pela nossa Carta Magna. Aliando-se a quem não deve, Lula terminou, de outro lado, brigando com quem não deve, colocando pedras no caminho de dois países latino-americanos que derrubaram as tentativas de tomada acintosa do poder por populistas ou totalitários: foram decepcionantes as reiteradas críticas do seu governo às ações empreendidas pelo presidente Álvaro Uribe, da Colômbia, contra as Farc (ainda não consideradas terroristas pelo governo brasileiro), bem como a tragicômica encenação na embaixada brasileira em Honduras para prestigiar o golpista ex-presidente Manuel Zelaya, aliado de Chávez.

Mas voltemos à nossa cena da campanha presidencial que começa. Como muito bem esclareceu o candidato José Serra, as diretrizes de um programa de governo são “a alma” do que se quer, e alguns pontos que constavam da primeira versão da equipe de Dilma são o que o PT realmente defende, “como a facilitação de invasão de terras”. Ele citou, ainda, o controle da imprensa. “É tema em que a gente sabe o que eles pensam. Sempre que podem, isso é dito, depois eles vêm e corrigem.” O que os adversários mostram, frisou Serra, “não são duas caras, são várias caras”. E acrescentou: “Nós temos uma só cara, a minha cara.” Garantiu em seguida que as diretrizes de seu programa foram “minuciosamente escritas”.

Como questionou Magnoli, terá Serra, neste momento, a coragem de apresentar a sua cara de estadista e denunciar a farsa petista que pretende dar continuidade, no Brasil, ao abjeto patrimonialismo, que pratica a privatização do Estado pela elite clientelista tradicional, pela nova elite sindical, pelas grandes empresas associadas aos fundos de pensão e pelos movimentos sociais financiados pelo governo?

Ricardo Vélez Rodríguez, é coordenador do Centro de Pesquisas Estratégicas da UFJF

 

Unidos por São Paulo e pelo Brasil – Vila Prudente

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política, sao paulo | em: 12-07-2010

IG/ Último Segundo: Freire aposta na dobradinha “tucano de bico vermelho”

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 12-07-2010

Depois dos votos dilmasia, lulécio, pimentécio,geraldilma, o presidente do PPS, Roberto Freire, também aposta em um animal estranho para se eleger, pela primeira vez, deputado federal por São Paulo.

- É a chapa tucano de bico vermelho – define Freire.

Trata-se da dobradinha de Freire, um ex-comunista, com Hélio Rubens, candidato a deputado estadual pelo PSDB.

Por Jorge Felix - http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2010/07/12/freire-aposta-na-dobradinha-tucano-de-bico-vermelho/