Deu no site Pitacos Políticos

Publicado por Assessoria de Imprensa | Categoria(s): Brasil | Em: 24-11-2010

Roberto Freire fala a Pitacos (Parte I)

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Entrevista exclusiva dada a Pitacos, na quinta-feira passada (18/nov).

“Isso [Bolsa-Família] não era, nunca foi e não pode ser [uma estratégia], porque não leva país para lugar algum.  Pode melhorar as condições de vida de uma parcela significativa, como acontece na sociedade brasileira, muito momentaneamente, porque não é nenhuma perspectiva de futuro”.

“O governo Lula, apesar de toda a propaganda, reduziu ainda mais a participação do Brasil na economia internacional, no comércio internacional. Era de 1,7%. Caiu para cerca de 1%. O país só não sofreu grandes impactos devido à sua pouca inserção”.

“As lideranças oposicionistas [PSDB e PFL], pelo contrário, eram só elogios. A ponto de eu dizer também a um deles: “rapaz, você é líder da oposição. Quem tem que elogiar o governo é quem é líder do governo. Você, se concorda, muito bem, mas ao menos deve ficar calado”. Falei, era para Arthur Virgílio. “Deixe o elogio para eles”.

“De vez em quando tínhamos reuniões em algumas comissões [do Congresso], em que Arthur Virgílio, Tasso Jereissati e Antônio Carlos Magalhães elogiavam mais muito mais o Palocci, do que Mercadante, que, vez em quando, fazia críticas. Isso não é nenhum elogio a Mercadante. Estou apenas querendo mostrar certa contradição que desarmou a oposição, que virou uma oposição apenas aos malfeitos e às malfeitorias ponto de vista ético e moral”.

“Não é nenhum paradoxo, constatar a dificuldade da oposição no Parlamento e a saída que pode fortalecê-la”.

“Se você usar bom faro, pode até ter uma saída maior do que antes”.

“É preciso demonstrar uma questão. O processo eleitoral não foi de esmagamento da oposição, como alguns imaginavam”.

Para ler a íntegra da entrevista, clique aqui.

Fonte: Pitacos Políticos – http://pitacos-politicos.zip.net/

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