Brasil

Roberto Freire no Lançamento da #redemobiliza

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Eleições, tecnologia | em: 06-07-2010

Roberto Freire participou no primeiro minuto de campanha neste dia 06/07/2010, do lançamento da #redemobiliza.

Watch live streaming video from redemobiliza at livestream.com

Agenda do Roberto Freire – 6 de julho de 2010

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 05-07-2010

Nesta terça-feira, Roberto Freire acompanha o candidato ao governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, em uma caminhada na área central de Campinas, em ato que marca o início da Campanha Eleitoral 2010.  Roberto também se encontra com Davi Zaia, presidente estadual do PPS.

Serviço:

Data: terça-feira, 6 de julho

Horário: 10 h

Local: Largo do Rosário / Praça Visconde de Indaiatuba

Endereço: Av. Francisco Glicério esq. com R. General Osório, s/n – Centro – Campinas – SP

Estadão: Twitter acirra intrigas políticas

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 04-07-2010

O Twitter assumiu papel de protagonista nestas eleições antes mesmo de a campanha começar. ..

Hoje, são muitos os políticos com perfil no site. Vão de deputados e senadores aos candidatos à Presidência, passando por lideranças partidárias. E o que surgiu como ferramenta de campanha transformou-se em hábito. “Já há algum tempo tento ser mais jovem e faço esforço para participar dessas redes”, conta o presidente do PPS, Roberto Freire (@freire_roberto, 3.475 seguidores), um dos mais ativos no Twitter. “Às vezes eu tenho de tomar um certo cuidado para não virar a noite, porque você fica lendo e perde a noção.”

Freire já atuou em algumas das polêmicas do Twitter. Durante a semana, chegou a ter uma breve discussão com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (@paulo_bernardo, 5.847 seguidores), sobre o crescimento econômico do País. “Mas o Paulo Bernardo é um petista democrático, é bom discutir com ele”, minimiza Freire, acrescentando que já teve de bloquear alguns usuários “com quem não há a menor condição de interagir”….

…Notívagos. O horário de maior atividade dos políticos tuiteiros é à noite, depois das 21 horas. Já se tornou tradição, às vésperas da divulgação de nova pesquisa eleitoral, políticos passarem madrugadas estimando os resultados. Com a velocidade típica da rede, com frequência notícias falsas ganham destaque. “Aquilo tem uma velocidade muito grande, é uma Babel”, opina Freire.

Trechos do texto de Lucas de Abreu Maia.  Leia a matéria completa no http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100704/not_imp576134,0.php

Jornal da Cidade: Roberto Freire visita Pinda e elogia prefeito João Ribeiro

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil | em: 04-07-2010

O deputado federal e presidente nacional do PPS, Roberto Freire, está visitando a região neste fim-de-semana, com a vice-prefeita Myriam Alckmin, do mesmo partido.

Ontem (dia 2) eles iriam assistir o jogo do Brasil, participar do aniversário de Izabel (mãe de Myriam), comparecer à posse da nova diretoria do Rotary Clube, e no sábado (3) estarão presentes na abertura do Festival de Inverno de Campos do Jordão,  juntamente com o ex-governador Geraldo Alckmin e o atual prefeito de São Paulo, Alberto Goldman.

Roberto Freire é candidato a deputado federal dobrando com Myriam Alckmin para deputada estadual, em Pindamonhangaba e região. “A Myriam é uma jovem promessa na política que vai galgar degraus mais altos. Estamos fazendo um trabalho juntamente com ela, não só na cidade, mas no vale do Paraíba e em São Paulo”, disse o presidente nacional do PPS.

A coligação do PPS com o PSDB já foi concretizada e o partido apoiará José Serra para presidente e Geraldo Alckmin para governador de São Paulo, ambos tucanos. Segundo Roberto Freire,” o Alckmin é um político sério e honesto e já mostrou muita capacidade à frente do governo do estado, e José Serra possui uma forte história na política brasileira, principais motivos da coligação”.

Para o deputado, São Paulo deve ser olhada com mais carinho pelo governo federal porque tudo o que existe de melhor em tecnologia no país está aqui, inclusive no Vale do Paraíba, como o INPE e a Embraer (São José dos Campos) e Pindamonhangaba que é a capital nacional de reciclagem de alumínio.Freire disse que o PPS não pode estar ao lado de um governo como o de Lula, que é condenado por fazer campanha eleitoral antes do prazo e ainda debocha da Justiça. “Como o cidadão comum vai respeitar as leis se o próprio presidente da República não faz isso e ainda faz brincadeira com as decisões judiciais?”, questiona.

Roberto Freire afirmou que Pindamonhangaba está se desenvolvendo muito sob a administração do prefeito João Ribeiro, do PPS, por isso é a favor da reeleição, porque o povo é quem vai julgar o trabalho realizado e se deve haver continuidade. “Em Pindamonhangaba foi aprovado o governo do PPS, e com a vitória de Alckmin para governador e Serra para presidente, meu nome como deputado federal e Myriam Alckmin deputada estadual, certamente a cidade e o Vale do Paraíba terão muito a ganhar”, concluiu. 

Veja a matéria no site http://www.jcpinda.com.br/noticia.php?id=9395&cat=1&sub=15

A gestão chafariz

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil | em: 02-07-2010

Alguém já chamou a gestão financeira do atual governo de “gestão chafariz”. Basicamente é um tema típico da teoria do ciclo político econômico: gestores “poupam” nos dois primeiros anos. Para gastar nos dois últimos anos.

Seguindo essa lógica, prefeitos adoram construir chafarizes nas praças públicas e gostam mais ainda quando podem inaugurá-los nos últimos meses de mandato. Não faz mal se o chafariz foi ideia do último prefeito ou de outros.

O importante é colocar a placa. É inaugurar. Também serve reinaugurar. Nenhuma coincidência o fato do atual Plano Plurianual ter alterado toda sua lógica do núcleo central de investimentos do ensino fundamental para as obras do PAC, justamente no limite destes dois anos.

Muito menos é coincidência reinaugurar ou tomar no braço obras de terceiros e se apropriar delas nas propagandas do PAC.

A “gestão chafariz” olha apenas para o gasto e para o uso eleitoral dos recursos públicos. O grande problema é que, neste exato momento, o gasto público se aproxima do descontrole fiscal.

Os números estão aí na mídia nos últimos dias e são incontestáveis, apesar do tom de “normalidade”emprestado, por exemplo, pelo secretário do Tesouro Nacional, Arno Augostin.

Segundo este, o maior déficit fiscal do governo central desde 1999 é “neutro” e “cumpriremos sem qualquer problema a meta de superávit primário de 3,3% do PIB”.

Para o referido secretário, o mais importante é o fato de que os investimentos do governo continuam a crescer, incluindo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Pouco importa que 30% dessas obras tenham sido contestadas pelo TCU, ou que o cronograma das mesmas esteja atrasado em quase 90% delas. Além de confundir financiamento com investimento!

Pequenas questões como o fato do pagamento dos juros, nos últimos 12 meses corridos, terem chegado à cerca de R$ 180 bilhões, algo por volta de 5,4% do PIB anual, ou da dívida pública já estar chegando em 42% do mesmo PIB não são relevantes para o secretário do Tesouro.

Relevante é que se gaste no PAC, porque o programa,segundo os gestores do governo, resolverá nossas questões de infraestrutura. Provavelmente não é apenas o presidente que não gosta de ler os jornais.

O uso político do gasto público, mesmo que fosse corretamente realizado em infraestrutura, é o uso feito agora. Esgotaram-se dois mandatos em outras questões “mais relevantes”.

Não, o país não tem como crescer de forma “chinesa” pela simples razão de que vivemos o que se convencionou chamar de “custo Brasil” e que reflete todos os investimentos que não foram feitos nos últimos anos.

O uso político do gasto público não nos levará ao crescimento, mas sim à maior pressão inflacionária já agora e, mais à frente, a uma grave crise fiscal, que irá cair no colo do próximo presidente, seja lá quem for.

Brasileiros e brasileiras sabem, porque já conviveram com isso no passado, o que significa a soma de inflação ascendente e crise fiscal. Para encerrar: anotem que a expansão do gasto é tão violenta que é maior que a expansão recorde da arrecadação tributária. Tirem suas conclusões…

Leia o texto também na versão online do Brasil Econômico http://www.brasileconomico.com.br/noticias/a-gestao-chafariz_86126.html

Freire: chapa “cara limpa” está pronta para a vitória

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 01-07-2010

Foto: Tuca Pinheiro

Em Brasília, Serra e os presidente do PPS, DEM e PSDB anunciam deputado Índio da Costa como candidato a vice-presidente.

É uma chapa com cara de vitória? “Claro; principalmente é uma chapa cara limpa”, disse o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, sobre a escolha do deputado Índio da Costa, do Democratas do Rio de Janeiro, para ocupar a vaga de candidato a vice-presidente de José Serra (PSDB). Freire fez a alusão por causa da relatoria do parlamentar no Projeto de Lei que impede a candidatura de políticos condenados pela Justiça em órgãos colegiados.

A escolha do deputado, que tem 39 anos e é especialista em administração pública, foi decidida na noite de ontem e na madrugada de hoje, depois que o senador Osmar Dias (PDT-PR) anunciou que seria candidato a governador, independentemente de o irmão, Álvaro Dias, que é do PSDB, integrar a chapa de Serra. Tucanos admitiram, antes do início da entrevista de Serra em Brasília, que a atitude do pedetista precipitara a mudança do vice, mas os democratas já vinham reclamando e declarando que o “casamento” DEM-PSDB atravessava zona turbulenta.

Decisão harmônica

“Tivemos uma escolha harmônica”, afirmou Serra. “Liguei para o Roberto (Freire) e ele disse: muito bom, está ótimo, tem todo nosso apoio, vamos para a luta”. Serra explicou que a definição por Índio da Costa se deu a partir de um perfil. Disse que a coligação (PSDB-PPS-DEM-PTB) queria que o companheiro dele fosse alguém “da nova geração”, com preocupações ambientais, entre outras qualificações. Ele representa a renovação, vem de um estado importante, conhece administração pública, tem experiência no Executivo, como administrador regional e secretário municipal de administração do Rio, bom desempenho como vereador e deputado federal. Essas, disse Serra, são suas credenciais para alcançar o lugar que passou a ocupar a partir de hoje.

Ficha Limpa

Serra garantiu que seu candidato a vice vai se mostrar. “O contrário de se esconder; quer dizer que ele vai debater, falar”. O grande capital de Índio da Costa é, sem dúvida, seu trabalho no Ficha Limpa. Para Serra, essa nova lei vai “aproximar os políticos de eleitores”, porque dá importância fundamental à fiscalização.

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), garantiu que não ficaram sequelas entre tucanos e democratas por causa da chapa puro-sangue com Álvaro Dias. Antes da chegada de Serra à convenção do DEM, em Brasília, ironizou: “espero que a Dilma fale mais e apareça mais, assim nos dá uma ajudinha”.

No final da entrevista em Brasília, ao ser perguntado se a escolha do vice alavancava sua campanha, Serra brincou citando a Copa do Mundo. “Já vai haver uma nova alavancagem quando o Brasil for campeão do mundo e a Argentina, vice”.

Por Valéria de Oliveira (PPS)

Histórico de luta de Serra pela democracia foi decisivo para PPS apoiá-lo, ressalta Freire

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil, Eleições | em: 29-06-2010

Além de ratificar uma decisão que já havia sido tomada um ano antes, quando o PPS decidiu em Congresso Nacional apoiar um candidato do PSDB na corrida ao Palácio do Planalto que, na época, não estava definido, a Convenção Nacional realizada no último fim-de-semana serviu para mostrar ao país que o apoio a José Serra se justifica pela sua luta pela democracia.

O ex-governador de São Paulo foi presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) e integrou o movimento das “Diretas Já”. Combateu a repressão e a tortura durante o regime militar no Brasil. Por causa de suas ações em prol dos direitos humanos foi perseguido e teve de exilar no Chile e nos Estados Unidos.

Outro aspecto que levou o PPS a se unir ao ex-ministro foi o histórico de sucesso na luta e execução de políticas sociais. Serra é o criador dos medicamentos genéricos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

No dia em que anunciou ao país, durante evento em Brasília, que iria partir para o desafio de tentar governar o país, o tucano reiteradas vezes demonstrou seu apreço pela democracia, ideal pelo qual luta há muito. E um trecho do seu discurso chamou a atenção de todos.

“Acredito que a  democracia é o único caminho para que as pessoas em geral, e os trabalhadores, em particular, possam lutar para melhorar de vida”.

Para o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, é este o diferencial que convenceu o partido a formalizar esta aliança.

“É muito fácil de justificar esse apoio do PPS ao Serra. É talvez o líder mais preparado para enfrentar dificuldades que virão pela frente. Ele (Serra) tem uma longa trajetória de aliança conosco, ele na AP (Ação Popular); e nós no velho Partidão. Portanto, nada indica que não seja uma boa aliança”, declara.

Freire admite que a campanha eleitoral não será fácil por causa dos métodos de disputa já usados pelos adversários.

“Precisamos estar unidos para enfrentar esse governo porque não vai ser fácil a eleição, até porque essse governo não tem limites”, diz.

Texto de William Passos (PPS)

Portal R7: PPS não faz gol contra, diz Roberto Freire

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições, política | em: 28-06-2010

Presidente de partido aliado de Serra criticou DEM por colocar aliança em xeque

Em Santos para acompanhar o jogo do Brasil pela Copa do Mundo, o presidente do PPS, Roberto Freire, mandou um recado para os aliados que têm colocado em xeque a aliança em torno da candidatura presidencial de José Serra (PSDB). Sem citar nomes, usou uma metáfora futebolística para criticar o presidente do DEM, Rodrigo Maia.

 - O PPS não faz gol contra.

Ao lado do DEM, o PPS compõe a chapa que vai tentar eleger Serra presidente. Desde sexta, porém, Maia deu a entender que o DEM pode deixar a aliança por conta da indicação do senador Alvaro Dias (PSDB) como vice da chapa, a despeito de um nome demista.

Freire disse que não foi convidado para uma possível reunião que o presidenciável tucano deve fazer hoje com lideranças do DEM, mas defendeu que o PSDB ceda em disputas locais em que candidatos não estão coligados.

- Não dá para imaginar o PSDB sem o DEM no Pará.

Questionado se as rusgas na aliança podem causar a derrota de Serra, Freire minimizou o atrito.

- Ainda tem muito tempo de campanha. A outra campanha [de Dilma Rousseff] também teve problemas e ninguém disse que ia perder.

(Foto JC Brasil)

Texto de Thiago Faria, enviado do R7 a Santosttp://noticias.r7.com/brasil/noticias/pps-nao-faz-gol-contra-diz-roberto-freire-20100628.html

Agenda do Roberto Freire – Segunda-feira, 28 de junho de 2010

Publicado porAssessoria de Imprensa | categoria(s): Brasil, Eleições | em: 28-06-2010

Nesta segunda-feira (28/06), Roberto Freire, candidato a deputado federal pelo PPS/SP, visita, a convite do pré-candidato a deputado Estadual Marcelo Del Bosco, a área Central de Santos, onde também se encontra com o candidato ao Governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em seguida, acompanhado de lideranças políticas, assiste ao jogo Brasil x Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no Santos Futebol Clube.

 Serviços:

Visita à área Central de Santos acompanhado de Marcelo Del Bosco

Data: Segunda-feira, 28 de junho

Horário: 14h 30

Local: Café Carioca

Endereço: Praça Mauá em frente a Prefeitura – Centro

Jogo da Copa Brasil X Chile

Data: Segunda-feira, 28 de junho

Horário: 15 horas

Local: Santos Futebol Clube

Endereço: Rua Princesa Isabel, 77 – Vila Belmiro

Folha de S. Paulo: A arte de enganar – por Ferreira Gullar

Publicado porRoberto Freire | categoria(s): Brasil | em: 28-06-2010

 

Sempre mestre com as palavras, aproveito e indico o texto (abaixo) do amigo Ferreira Gullar, publicado no último domingo (27/06), na Folha de São Paulo.  

 

Vejo Lula como o oposto de tudo o que seu partido prometia trazer à vida política brasileira

ÉTICA NA política é coisa rara, qualquer que seja o partido. É surpreendente, no entanto, que o partido que nasceu empunhando a ética como bandeira tenha se tornado a expressão da antiética. Certamente, haverá, no próprio PT, exemplos louváveis de políticos que não se deixam seduzir, seja pela esperteza, seja corrupção, mas não são estes que dão as ordens na equipe do presidente Lula.

Não quero cometer injustiças mas, se não é mera impressão minha, vejo o presidente Lula como o oposto de tudo o que seu partido prometia trazer à vida política brasileira. Posso estar enganado, mas, se bem o percebo, ele, com a sua esperteza sindicalista, induz os que atuam sob seu comando a pôr de lado todo e qualquer escrúpulo: manipulam informações, falseiam a verdade dos fatos, forjam dossiês com falsas acusações, acusam vítimas de os estarem caluniando. Esses são alguns dos procedimentos comuns ao governo do atual presidente.

Os exemplos não faltam. Todos sabem que um dos objetivos de Lula, no plano internacional, é conseguir, para o Brasil, um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. Em face de sua desastrada aliança com Ahmadnejad, de que resultou o isolamento do país, uma repórter perguntou ao ministro Celso Amorim se esse isolamento não inviabilizaria aquela pretensão do governo brasileiro.

A resposta dele não foi própria à de um ministro de Estado, que tem a obrigação de prestar contas à opinião pública. Disse ele: “É engraçado, os que consideravam tolice do governo pretender um lugar no Conselho de Segurança, agora lamentam a possibilidade de o perdermos”. Ora, não importa o que certas pessoas pensavam da pretensão do governo; importa, sim, que o governo pretendia alcançar aquele objetivo e o inviabilizou por se ter aliado a uma ditadura belicista. Admiti-lo seria aceitar que errara e Lula, claro, não erra…

Mas assim é esse governo, só assume como coisa sua o que lhe dê prestígio, ainda que sua não seja, como no caso da defesa do meio ambiente. Alguém já viu, no plano internacional, uma comédia semelhante à representada por Lula e Dilma durante a reunião do clima em Copenhague?

O país todo sabe que Marina Silva deixou o Ministério do Meio Ambiente porque Dilma, então ministra da Casa Civil, seguindo as ordens de Lula, impunha a aprovação, a toque de caixa, dos projetos do PAC, ainda que atentassem contra a preservação do meio ambiente. No entanto, em Copenhague, ambos, apareceram como defensores da preservação ambiental. O tema é tão distante das preocupações de Dilma que ela, num ato falho, soltou uma frase reveladora do que realmente pensa da ecologia.

Nesse terreno da farsa descarada, um dos últimos episódios foi o do novo dossiê que o PT preparava para caluniar o candidato José Serra, mais um dentre outros, como aquele que foi escandalosamente flagrado num quarto de hotel, em São Paulo, quando a polícia apreendeu, em mãos de uma quadrilha petista, uma montanha de dinheiro. Em face de tão incontestável flagrante, Lula imediatamente chamou os responsáveis pela falcatrua de “aloprados”, ou seja, tendo de admitir que era gente sua, tratou de desqualificá-los, como se agissem por conta própria. Como sempre, ele e seu partido nunca sabem de nada, desde que vire escândalo.

Surgiu, recentemente, outro dossiê e, de novo, contra Serra. Um dos convidados a armar a falcatrua abriu a boca e a denunciou, voltando a confirmar a denúncia numa CPI da Câmara de Deputados. A reação de Lula e seu partido não podia ser outra: afirmam que o dossiê foi inventado para acusar o PT e, assim, mais uma vez, o vilão se torna vítima e a vítima, vilão.
Um exemplo, para concluir. A equipe econômica do governo afirmara que, se aprovado pelo Congresso, o aumento de 7,7% para os aposentados comprometeria o equilíbrio orçamentário do país.

Mas Lula, que só pensa na eleição de Dilma, contrariando a opinião de seus ministros, sancionou o aumento e alegou: “Não é isso que vai levar o país à bancarrota”. Só que ninguém afirmara tal coisa.
Como sempre, ele responde a uma afirmação que ninguém fez, para escamotear a verdade. A verdade é que esse aumento eleitoreiro agrava o déficit da Previdência, que já chega a R$ 50 bilhões.

http://oleoclipping.blogspot.com/2010/06/folha-2606-ferreira-gullar-arte-de.html